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Mulher comete suicídio por causa de doença que a fazia se masturbar 50 vezes seguidas

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

GRETCHEN LUTAVA HÁ MAIS DE 10 ANOS CONTRA UMA CONDIÇÃO QUE A DEIXAVA CONSTANTEMENTE EXCITADA


Reprodução / Vídeo The Tampa Bay Times Gretchen Molannen, de 39 anos, sofria de uma doença que a fazia se masturbar por horas seguidas; suicídio foi consequência do problema

Gretchen Molannen, de 39 anos, foi encontrada morta em sua casa na Flórida, nos Estados Unidos, no último final de semana. Aparentemente, ela cometeu um suicídio depois de lutar por mais de uma década e meia contra uma doença que a fazia se masturbar por horas. As informações são do Daily Mail.

A mulher sofria de uma doença chamada Transtorno de Excitação Genital Persistente (PGAD) caracterizada por deixar a pessoa em constante estado de excitação sexual. Para aliviar o quadro, a paciente precisa se masturbar ou pode até ter orgasmos espontâneos, mas a excitação volta a qualquer momento.

Uma semana antes da morte, Gretchen havia concedido entrevista a uma rede de televisão para contar um pouco mais sobre sua doença que, segundo ela, começou aos 23 anos.
— Eu tinha uma vida muito diferente antes de descobrir esse problema.
A mulher também revelou que não conseguia se manter em nenhum emprego de tempo integral por causa dessa condição. Por duas vezes, ela tentou se cadastrar no governo como deficiente, mas foi negada. Por conta disso, seu namorado ajudava a pagar as contas para manter a casa de seus pais.

Segundo Gretchen, sem a medicação ela podia ter 50 orgasmos seguidos. De acordo com o jornal Sex and Marriage Therapy, antidepressivos, menopausa e até uma forte queda podem desencadear a doença. No entanto, não há uma estimativa de quantas mulheres sofram do problema no mundo.
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Mãe e filha bebê enfrentam câncer juntas nos EUA

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Uma mãe americana e sua filha bebê estão enfrentando juntas uma batalha contra o câncer.
Apenas 8 meses após o nascimento de Saoirse, a fotógrafa Kezia Fitzgerald, de 27 anos, foi diagnosticada com linfoma de Hodgkin, um tipo de câncer que surge nos gânglios do sistema linfático.
Poucos meses depois, quando Kezia ainda tentava se adaptar às dificuldades de lutar contra a doença e cuidar de um bebê de menos de um ano, Saoirse acordou com os olhos roxos e vomitando. Após muitos exames, ela recebeu o diagnóstico de neuroblastoma, um tipo de câncer que atinge o sistema nervoso periférico e é relativamente comum em bebês.
Dose dupla
Apesar do desespero inicial, a família tenta lidar com a situação da forma mais positiva possível.
'Quando se enfrenta um câncer, você tem de lutar contra ele - não há outra opção. E nós temos de fazer isso em dose dupla', disse Kezia à BBC Brasil.

Após três meses passando juntas por sessões de quimioterapia, o câncer de Kezia está em remissão, mas a pequena Saoirse ainda terá de enfrentar um transplante de medula óssea, marcado para janeiro.
Segundo os médicos, Saoirse está respondendo bem ao tratamento. Eles também afirmam que não há nenhuma relação entre as doenças da mãe e da filha.
Apesar de estar internada no momento por causa de uma infecção, a menininha de um ano e três meses continua mantendo uma rotina cheia de brincadeiras, ainda que cercada por equipamentos hospitalares e remédios.
Blog
Kezia vem contando os detalhes de seu dia a dia no blog 'New Mom...New Cancer'.
Na última entrada, publicada na segunda-feira, ela descreveu o que Saoirse tem feito no hospital.
'Ela enfrentou a quimio como uma campeã e continuou animada como sempre. Ela até fez duas lindas pinturas na sala de brincadeiras e acabou se decorando lindamente no processo. As pinturas estão agora na porta da nossa geladeira.'
A família, que vive em Danvers, Massachusetts, acredita que é a atitude positiva que faz com que eles consigam lidar com a situação e ter uma vida próxima do normal.
'Nós vivemos um dia de cada vez e, apesar de termos alguns dias difíceis, há muito mais dias felizes e é nesses que nos concentramos. Temos de nos acostumar com nosso novo 'normal' e, apesar de ele não ser muito comum, essas são as nossas vidas e vamos vivê-las da melhor maneira possível', disse Kezia.
Como ela e o marido, Mike, pararam de trabalhar para se dedicar a lutar contra a doença, a família iniciou um fundo, o Fitzgerald Cancer Fund, com páginas no Twitter e no Facebook, para ajudar a cobrir as despesas médicas.
'Nós agradecemos todo o apoio que recebemos da família e dos amigos assim como de pessoas que nunca vimos antes, e estamos felizes que nossa história tenha inspirado tanta gente. Esperamos continuar a ver melhoras todos os dias e sabemos que, no fim, isso tudo vai nos tornar pessoas melhores e uma família mais forte.'
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fonte MSN
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